No Dia da Pizza, Pedro conta como é apaixonado pela profissão que coloca a mão na massa

No Dia da Pizza, comemorado nesta quarta-feira (10.07), procuramos um legítimo pizzaiolo, aquele que realmente coloca a mão na massa e faz a alegria de muita gente, para saber como é fazer parte da história de um alimento que conquistou o mundo.

Pedro Paulo Ajala Guimarães, 43 anos, conta que caiu de paraquedas na profissão. O ano era 1995. “Cai como de paraquedas nessa profissão. Um jovem chegando do interior, sem muita expectativa no que iria trabalhar, o que iria fazer, com pouco estudo, então eu fui apresentado a essa profissão. Logo me apaixonei de cara”, relata.

O chef conta ainda que já teve até outras oportunidades profissionais, mas que recusou essas propostas em prol de continuar trabalhando com o preparo de pizzas. “Uma profissão que amo muito, e já tive várias oportunidades de migrar para outros campos de trabalho, e sem sombra de dúvidas eu disse não. Ser pizzaiolo pra mim foi um dom que Deus me deu e até hoje, Graças a Deus, eu trago essa profissão e faço com maior orgulho”.

Massas preparadas pelo Chef Pedro

Em sua trajetória profissional, com mais de 20 anos de estrada, Pedro relembra que já trabalhou nas grandes pizzarias da Capital, mas que hoje se orgulha também de ter o seu próprio negócio. “Já trabalhei nas maiores pizzarias de Campo Grande e hoje tenho meu próprio negócio aqui nas Moreninhas. Ser pizzaiolo pra mim é tudo, uma profissão, um viver e da onde eu tiro meu sustento e da minha família”, conclui.

Pizza de Calabresa é uma das mais pedidas

Para quem está pensando em comemorar o Dia da Pizza, e com uma das melhores pizzas da região, o delivery de Pizzas “DuPedrão”, funciona hoje normalmente, com a oferta de pizza calabresa a R$ 25,00, pelo telefone 99226-3913 ou 99667-6962.

Pizza

A história da pizza começou há seis mil anos com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água.

Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam a massas à base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na península da Etrúria, na Itália. Era um alimento de pobres do Sul da Itália. Mas foram os napolitanos que passaram a acrescentar molho de tomate e orégano à massa, que era dobrada ao meio e devorada como se fosse um sanduíche. Quem tinha um pouco mais de dinheiro colocava queijo, pedaços de linguiça ou ovos por cima.

A partir do século XVI, a novidade era apreciada na corte de Nápoles e logo se espalhou pelo mundo.

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