PSL chega para campanha em crise e com disputa judicial em MS

O PSL saiu das ultimas eleições com resultado expressivo em Mato Grosso do Sul, seguindo a onda Bolsonaro, elegendo uma senadora, dois deputados federais e mais dois estaduais. No entanto desde o começo do ano as coisas mudaram na direção estadual.

O pré-candidato a prefeito, Renan Contar (PSL) foi descartado pela direção, que colocou em seu lugar para disputa, o vereador Vinicius Siqueira, recém chegado na legenda, na janela partidária. Contar se sentiu traído, logo depois entrou com ação na Justiça Eleitoral para deixar a legenda, sem perder o mandato. Situação semelhante a dos deputados Coronel David e Luiz Ovando, que também quiseram deixar a legenda, sendo que o primeiro já conseguiu. A situação piorou nas vésperas das convenções deste ano, quando em cima da hora Vinícius foi destronado da eleição e colocado fora do páreo pelo deputado federal, Loester Trutis, que o trocou por ele mesmo, na disputa municipal.

Alegando traição, Siqueira foi para o voto contra Trutis na convenção, porém saiu derrotado. Com apoio da senadora Soraya Thronicke, presidente regional do PSL, o vereador entrou com uma ação na Justiça Eleitoral, alegando que houve a convenção foi irregular, já que teria fraude na votação. A justiça pediu todos os dados e gravação do evento e em breve vai dar sua posição sobre o caso. Aclamado em 2018, o partido chega para campanha sem ter definição do candidato a prefeito.

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