Que mundo queremos para nossos filhos e que filhos iremos deixar para o mundo?  

 

* Ana Lúcia Américo escreve a coluna ‘Dialogando sobre direitos humanos’, toda semana no Folha Morena

 

Caríssimo (a) leitor (a),

Em nossa última temática abordamos sobre como podemos iniciar o processo de transformação da nossa sociedade, como nós pais e educadores podemos contribuir para uma sociedade mais humana, mais justa e menos violenta e egoísta.

Pois bem, nas últimas semanas nos deparamos com mais um trágico acidente envolvendo uma  jovem  mãe de nome Carolina, que prematuramente partiu em virtude de um acidente de trânsito causado por outro jovem.

É sobre esta vertente também que se faz necessário debater a questão da mudança de comportamento, de hábitos, pois vidas como a da jovem Carolina são ceifadas cotidianamente. São várias Carolinas que estão deixando de criar seus filhos quer seja pela violência doméstica, quer seja pela violência no trânsito.

E mais uma vez convido a você a refletir sobre o papel dos pais na educação e formação dos filhos, pois esta formação irá consequentemente influenciar a sociedade positivamente ou negativamente.

Estamos assistindo a um número expressivo de jovens mortos em virtude desta falta de empatia, pois estamos percebendo uma significativa parcela de jovens cada vez mais egoístas e infelizmente a vida humana está sendo banalizada, então pergunto a você, e se fosse seu filho que estivesse ao volante como você agiria? E se fosse sua filha que estivesse sido a vítima deste acidente como você agiria?

Façamos uma reflexão para tentarmos nos colocar no lugar do outro.

Um abraço e até o nosso próximo encontro

“A essência de um homem não está no dinheiro que ele tem, mas na formação do seu caráter.” – Elcio Jose

*Possui graduação em Serviço Social pela Universidade Católica Dom Bosco (1999) e mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional pela Universidade Anhanguera Uniderp (2012). Atualmente atuando como Superintendente da Politica de Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho-SEDHAST. Exercendo o mandato de 2015/2016 como Presidente do Conselho Estadual da Pessoa HUmana e Coordenadora do Comitê Estadual de Erradicação de Documentação Básica e Subregistro (2015-2017).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assim, finalizo com as seguintes reflexões:

Como eu gostaria de ser tratada quando idosa? No decorrer da minha vida, como posso entender melhor as limitações que a idade impõe? É mister cobrar da pessoa idosa os atos praticados durante a juventude?

Grande abraço e até nosso próximo encontro!