Atacadistas pedem mudanças na lei que obriga a presença do empacotador nos caixas de atendimento

Representantes dos atacadistas de Campo Grande estiveram na Câmara Municipal, na semana passada, e pediram mudanças na legislação que obriga a presença do empacotador nos caixas de atendimento prioritário. Eles foram recebidos pelo presidente da Casa, vereador Carlos Augusto Borges, o Carlão.

“A Câmara Municipal de Campo Grande erra menos, ou não erra, quando ouve as entidades e escuta a sociedade. Todo projeto de lei que nasce após diálogo com as entidades interessadas não erra. É importante ouvirmos. É um projeto importante para a sociedade e para eles”, disse Carlão.

A categoria defende a inviabilidade da norma, sancionada em janeiro deste ano, já que os atacadistas e atacarejos não disponibilizam sacolas. A exigência iria encarecer os custos de operação, que seriam repassados ao consumidor.

“Essa lei onerava os atacadistas. Parte do varejo estava pacificada, mas o varejo seria onerado. Entramos em um entendimento que conseguiríamos excluir os atacadistas dessa obrigação. Agora, vão continuar trabalhando normalmente como trabalhavam”, destacou o presidente da AMAS (Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados), Denyson Prado.

Em março deste ano, a Câmara firmou Termo de Cooperação Técnica com a entidade para acompanhamento e contribuições com as ações legislativas relacionadas ao setor. O objetivo é envolver a Associação nas discussões de proposições relacionadas ao setor de supermercados, buscando melhor atendimento à população. 

“O atacadista precisa de um custo baixo, por isso viemos até aqui. Temos que trabalhar para oferecer uma melhor experiencia de compra e melhor custo ao cliente. Isso vai ajudar muito a sermos mais competitivos e levarmos um preço mais justo”, disse o gerente de operações regional no Fort Atacadista, Alexandre Roratto.

Jeozadaque Garcia
Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal

Ad

Você também pode gostar...